Conhecido em todo o Brasil como Asa Branca, Waldemar Ruy dos Santos foi um dos mais populares e influentes locutores de rodeio do país. Dono de uma voz marcante e de um estilo inconfundível, ajudou a transformar as arenas em verdadeiros espetáculos, levando emoção ao público e se tornando uma figura icônica do universo sertanejo e dos rodeios.
Antes de alcançar o reconhecimento nacional como locutor, atuou como peão de rodeio, experiência que lhe proporcionou profundo conhecimento das competições e dos desafios enfrentados pelos atletas. Ao longo da carreira, destacou-se pela inovação, introduzindo novos elementos às apresentações e contribuindo para a modernização dos eventos de rodeio no Brasil.
Além de locutor, também se aventurou na música e conquistou uma legião de admiradores, consolidando seu nome como uma das personalidades mais conhecidas da cultura sertaneja brasileira.
Mas o que pouca gente sabe, mesmo nos círculos ufológicos, é que esse famoso locutor foi um abduzido.

Era o ano de 2008, na cidade de Turiúba, próxima a Rio Preto, e lá estava Valdemar Ruy dos Santos, o locutor de rodeios conhecido como Asa Branca. Após realizar mais um show em São Paulo, pegou o carro e partiu pela estrada com sua esposa.
Durante a viagem, o casal conversava sobre as impressões do show e tudo ia bem quando avistaram uma luz muito forte próxima a uma cerca. Embora sua esposa estivesse com medo, Asa Branca decidiu parar o carro e passar pela cerca para ver de perto a grande luz.
Ao chegar, ficou espantado ao ver que a intensa luminosidade revelava um objeto que nunca havia visto antes na vida. Não era por menos: Asa Branca, além de locutor, era um profundo conhecedor de aeronaves e um habilidoso piloto. Conseguia distinguir muito bem uma aeronave convencional.
Subitamente, o objeto disparou um feixe de luz em direção ao locutor, atingindo-o imediatamente. O raio parecia estar sugando Asa Branca. Dentro do carro, sua esposa, atônita, acompanhava o marido sendo tragado e levitando para dentro da nave.
Após alguns minutos, ele se viu dentro da nave e, por várias vezes, pensou que iria morrer. Até que tudo se apagou e ele caiu desmaiado. Algum tempo depois, acordou e percebeu que estava em outro lugar, um lugar bem diferente.
Observou várias casinhas brancas, uma ao lado da outra, sobre um piso amarelado, como se fosse areia de praia. Os alienígenas retiraram sangue de suas mãos com uma agulha e inseriram uma espécie de chip em seu corpo.

Os seres eram baixos, com a cabeça em formato de ovo, semelhantes a crianças, com mãos grandes e dedos compridos. Vestiam trajes brancos e sapatos pretos, mas o locutor não se lembra se houve alguma comunicação dentro da nave enquanto era avaliado pelas criaturas.
Em um súbito momento, Asa Branca sentiu novamente uma pressão na cabeça e caiu outra vez desmaiado. Acordou sobre o capim onde havia sido abduzido. Suas pernas tremiam, mas ele recuperou as forças e voltou ao carro. A experiência durou cerca de 20 minutos.
O caso veio a público apenas no Terceiro Fórum Mundial de Contatados, realizado pela Revista UFO em 2015.
Na ocasião, ele também revelou que teria recebido uma espécie de chip implantado na mão.

Asa Branca disse ainda acreditar que a experiência foi responsável por posteriormente curá-lo de uma doença. Soropositivo desde 1999, em 2013 ele contraiu um vírus transmitido por pombos. Emagreceu 45 kg e quase morreu. Foi após sua esposa observar uma luz vinda de fora da janela enquanto o acompanhava no hospital que a situação começou a mudar e ele se recuperou.
“Ele estava na cama, só dormia e ficava sob efeito de medicamentos. Eu vi uma luz estranha fora da janela. Algo parou do lado de fora e ficou ali”, contou sua esposa, Sandra Santos, na época.
“Aqueles que não acreditam em outros mundos precisam estudar mais. Outros mundos estão mais avançados e próximos da Terra”, comentou Asa Branca.
Daí em diante, Asa Branca passou a se interessar por ufologia até sua morte, em 2020, aos 57 anos. Ele faleceu no Instituto do Câncer, na Zona Oeste de São Paulo, em decorrência de um câncer.
